Esses autores foram
essenciais para conceituar formação/auto formação, pois trazem as histórias de
vida como imediações para a formação, não considerando como técnica, mas como
uma abordagem que produz certo tipo de conhecimento, influenciando na natureza
da formação introduzindo uma ruptura epistemológica em seu conceito. Acrescentam
que pensar a formação traz o homem para o centro de nossas reflexões, que
enquanto sujeitos históricos constituímo-nos a partir das relações que
estabelecemos conosco mesmo, com o meio e os outros e é nessa rede de
interdependência que o conhecimento é produzido e partilhado.
A formação é um processo
interior, os espaços, nossos meios são de fundamental importância
e contribui para o ser humano, contrapondo entre vivência e experiência, ou
seja,o pontual e o potencial, nas diversidades e singularidades que de fato
constituirão a vida.
Jeane Amorim Ribeiro
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