segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Poema baseado na música “São Francisco” de Vinícius de Morais


Grupo-2: Elisangela, Elizania, Greice Quele, Jeane e viviane

6ª semestre, pelo caminho
Lá vai o 6ª semestre
Pelo caminho
Preocupados com o estágio
Que coitadinhos
Dormindo pouco
Pra agradar os anjinhos
Fazendo trabalhos
Organizadinhos

Lá vai o 6ª semestre
Com muito atenção
Fazendo o trabalho
Com dedicação
Levando muito
Em seu surrão

Lá vai o 6ª semestre
Pelo caminho
Contando histórias
Pros menininhos
Fazendo atividades
Em seus cantinhos

domingo, 18 de novembro de 2012

Relação do filme “Colcha de retalho” com o texto de Elizeu Clementino de Souza “ O eu o outro e as diferenças individuais e culturais.

O filme “Colcha de retalho” traz em momentos nostálgicos as experiências que senhoras viveram no passado e ao construir uma colcha de retalho reviviam em suas memórias aquelas situações marcantes das suas vidas. É perceptível a identidade de cada um nos aspectos culturais apresentados no filme, o preconceito da época, casamento, monogamia, filhos, liberdade sexual. Questões importantes para o processo de autoformação do sujeito, e contribuição para uma tomada de consciência individual e coletiva.
       O texto “O eu, o outro e as diferenças individuais e culturais” de Elizeu Clementino de Souza, reforça o que foi enfatizado no filme sobre as discussões por identidade, pois ele acrescenta afirmando compreender a educação como processo de autotransformação do sujeito, que envolve e provoca aprendizagem em diferentes domínios da existência, traduzindo seu modo de ser, estar sentir, refletir e agir. Não apenas na transmissão de conhecimentos, mas, na globalização da vida.
E concordo com o autor quando coloca que as histórias, as representações e as narrativas de formação marcam aprendizagens tanto na dimensão pessoal, quanto profissional. Cada um tem uma história de vida e através dela poder fazer o seu diferencial, podendo retomar, repensar e construir um novo significado para a sua história.
                                                                                              
              Jeane Amorim Ribeiro
Como eu gostaria de ser ensinada na Infância

Até os oito anos de idade, vivi na zona rural com minha família e, aos cinco anos já freqüentava a escola. Lá tudo era precário, o espaço da sala de aula era cedido por um morador, também nele era onde aconteciam as festas, na verdade uma única por ano, na época dos festejos do padroeiro da localidade chamada Camirim.
Tínhamos que levar a cadeira para a sala de aula, pois não tinha nenhum assento, mas bom mesmo era a hora da merenda, dava briga entre as crianças na disputa de quem iria raspar a panela, principalmente no dia do mingau.
Com relação ao que experimentei de leitura e escrita a princípio foi com meu avô, pois muito sábio e evangélico, todo o dia ao visitá-lo fazia ouvir trechos da bíblia e quando aprendi a ler, era orientada a fazer a leitura e compreender.
Na escola a luta para aprender a codificar a escrita e a ler foi grande, tenho marcas até hoje, lembro-me da mão da professora apertando a minha mão para seguir os pontilhados das letras, a maioria das pessoas domina o lápis até o terceiro dedo, eu seguro até o quarto, e quando escrevo muito ele fica amassado.
Não me sinto à vontade em apresentar oralmente na frente dos colegas, pois isto não me foi proporcionado até o Ensino Médio, e quando isto acontecia, era na hora da sabatina da tabuada, mais um agravante percebo para a minha insegurança, Se tivesse tido a oportunidade de mudar algumas coisas quanto a minha educação, seria proporcionar momentos que desenvolvesse em mim mais segurança e autonomia.
Muitas outras coisas me aconteceram, mas no momento foi o que veio na memória
                                                                                      Jeane Amorim Ribeiro

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

 
 
 
 
 
 
 
 
Esta atividade foi proposta pelo professor Macio Machado no componente curicular Abordagem Autobiográfica, com carga horária a se cumprir em 45 horas. A intenção é fazer o resgate das memórias da infância na época escolar, e intendermos o contexto educacional vivenciado pelos alunos do curso de Licenciatura em Pedagogia do 6º semestre como também o registro das aulas e atividades realizadas durante o curso. Jeane Amorim Ribeiro

recordações





Nas manhas ensolaradas
um banquinho a acompanhar
nas ida a escola com sua irmã a estudar.
O A ainda não sabia e muitas letras a aprender
Mas o banquinha a levar todos os dias acontecer.